Music Video:FIDELITY (by Regina Spektor)

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Resumo aqui meus pensamentos, descobertas, frustrações, alegrias, tristezas, desejos... escrever para mim é terapia.

sexta-feira, 9 de fevereiro de 2007

TIREÓIDE E EMOÇÕES

EIXO HIPOTÁLAMO-HIPÓFISE-TIREÓIDE
TIREÓIDE E EMOÇÕES
Alterações de tireóide junto com alterações psiquiátricas são muito comuns, chegando a chamar atenção dos clínicos, psiquiatras e endocrinologistas. Explicar, entretanto, se elas ocorrem porque a tireóide interfere no psiquismo ou se o psiquismo interfere na tireóide tem sido objeto de muitos estudos.
Evidentemente as patologias primárias da tireóide, como as tireoidites, por exemplo, acabam por produzir uma rica sintomatologia emocional. Mas, o assunto fica mais delicado quando, por exemplo, constatamos em pacientes psiquiátricos alterações funcionais na tireóide.
O que é na prática inquestionável, é o fato dos tratamentos psiquiátricos melhorarem muito a função da tireóide alterada e vice-versa. Além disso, em depressões resistentes e quando precisamos de um tratamento mais rápido, a associação dos antidepressivos com hormônios tereoideanos é brilhante.
As anomalias funcionais da glândula tireóide (ou tiróide) são freqüentes, acometendo cerca de 5 % da população geral, com forte predomínio nas mulheres. Calcula-se que, no mundo, mais de 200 milhões de pessoas sofrem com alguma forma de doença da tireóide.
A glândula tireóide pode produzir hormônio demais (hipertireoidismo), ou de menos (hipotireoidismo), fazendo o corpo usar energia mais lentamente do que ele deve.
Trata-se, a Tireóide, de uma glândula localizada na região anterior do pescoço que possui importante papel no controle do metabolismo do organismo.
Ela produz os hormônios tireoideanos (T4 e T3), que modulam a velocidade com que a energia será consumida. A glândula tireóide é estimulada a produzir o T3 e T4 por outro hormônio, o TSH (hormônio tíreo-estimulante ou tireotrofina), produzido na Hipófise (glândula situada no cérebro).
A Hipófise, por sua vez, é estimulada a produzir o TSH por outro hormônio ainda, o TRH (hormônio liberador da tireotrofina), este produzido no Hipotálamo (uma área do cérebro).


HIPOTIREOIDISMO
O hipotireoidismo pode ser primário, quando o defeito é da própria glândula tireóide, como por exemplo, na atrofia tireoideana ou na tireoidite de Hashimoto, ambas de origem autoimune, ou nas alterações da glândula por terapêutica hormonal (geralmente em regimes alimentares que usam hormônio tireoideano), nos tratamentos por iodo radioativo ou por cirurgia com retirada da glândula.
O hipotireoidismo pode ser ainda secundário, ou seja, ter origem fora da glândula com repercussões nela. Normalmente isso ocorre quando há diminuição da produção do Hormônio Estimulante da Tireóide (TSH), resultado de aliterações na Hipófise. Pode ainda, o Hipotireoidismo, ser terciário, cuja origem é uma falha na secreção do Hormônio Liberador do TSH (TRH) no Hipotálamo.
De um modo geral o hipotireoidismo mais comum é do tipo primário, geralmente causado por uma tireoidite de Hashimoto, que se caracteriza por uma inflamação crônica da tireóide ocasionada por anticorpos que atacam a própria tireóide (doença autoimune). Algumas pessoas já nascem com hipotireoidismo (congênito).
Sintomas Psiquiátricos
Quando o hipotireoidismo é de intensidade média, a sintomatologia é, predominantemente, dominada por um quadro depressivo, ao qual se associam lentificação da fala, diminuição do rendimento intelectual, fadiga, diminuição do apetite e apatia.
A forma mais grave de alteração emocional decorrente do hipotireoidismo é chamada de loucura mixedematosa (mixedema é um quadro de edema geral de origem tireoideano), que se caracteriza por um quadro verdadeiramente psicótico, do tipo confusional, delirante e alucinatório ou, quando não, por um profundo estado melancólico, com freqüência estuporoso. Algumas outras raras vezes a alteração do humor se dá por uma quadro de hipomania. Nos idosos essas alterações podem lembrar um quadro demencial.
Sinais Físicos
Os sintomas começam paulatinamente, no início com aumento do peso, hipersensibilidade ao frio, pele seca, infiltração pseudoedematosa do rosto e dos membros, cabelo seco e fino, bradicardia e irregularidades do ciclo menstrual.
Em geral, os sinais físicos e psiquiátricos, sobre tudo se o hipotireoidismo é diagnosticado precocemente, melhoram com o tratamento hormonal substitutivo, porém, calcula-se que 10 % dos pacientes continua a apresentar sintomas neuropsiquiátricos residuais.Em geral, os sintomas do hipotireoidismo são os seguintes:
Bócio (papo);

Aumento de peso;
Cansaço crônico;
Depressão, dificuldade de concentração e lapsos de memória;
Pele ressecada, cabelos ásperos e quebradiços;
Constipação intestinal (prisão de ventre);
Anemia ;
Dificuldade para engravidar e abortamentos;
Inchaço de tornozelos e face;
Colesterol elevado;
Dor e fraqueza muscular, dores nas juntas.

Características Biológicas do Hipotireoidismo Primário
Em caso de hipotireoidismo, o T 4 total e/ou a FT 4 (T4 Livre) estão diminuídos. A vantagem de fazer a dosagem de T4 Livre é por se tratar de um método direto, rápido e preciso. O TSH, por sua vez, está alto, devido à falta do feed-back (retrocontrole) dos hormônios produzidos pela glândula, já que eles estão baixos.
Como o defeito não está na Hipófise, nem no Hipotálamo, a estimulação da Hipófise com o TRH tem uma pronta resposta na secreção de TSH, mas os hormônios tireoideanos não aumentam. Portanto, a pessoa que tem uma combinação de baixos níveis de T4 com um TSH elevado é conhecida como portadora de hipotireoidismo subclínico, o qual, não tratado, levará 20% dos casos a desenvolver um hipotireoidismo mais evidente a cada ano que passa.
A maioria dos pacientes hipotireoideanos apresenta um quadro depressivo, mas o tratamento com antidepressivos não é eficaz enquanto o hipotireoidismo não for corrigido pela administração de tiroxina. É de bom senso, nos casos de má resposta da depressão a um tratamento antidepressivo, realizar um exame do funcionamento da tireóidea. Alguns autores acreditam que o hipotireoidismo estaria presente em 8 a 17 % das pessoas deprimidas. Essa incidência estaria diretamente relacionada ao fato do hipotireoidismo ser autoimune.

HIPERTIREOIDISMO
O hipertireoidismo pode ter várias causas, tais como a Doença de Basedow (bócio difuso tóxico) Doença de Graves, pode ter origem autoimune, cuja natureza parece depender do estresse, pode ser devido à um adenoma tóxico (hiperfuncionamento primário da glândula) ou decorrente de uma tireoidite subaguda, cuja origem poderia ser viral.
Sintomas Psiquiátricos
Neste caso há também um quadro depressivo, entretanto, aqui a depressão costuma ser do tipo agitado, com alto grau de ansiedade. Com freqüência os pacientes se queixam de fadiga associada a insônia.Alguns transtornos psicóticos, de aspeto confusional e delirante, sobretudo se manifestam em casos de fortes crises agudas ou de fases muito avançadas de hipertireoidismo. Nos idosos a apatia é freqüente, havendo instabilidade do humor, do tipo disfórico, ansiedade e, menos freqüentemente, um quadro de melancolia.
Esses sintomas neuropsiquiátricos do hipertireoidismo podem desaparecer apenas com um tratamento antitireoideano (por exemplo, com carbimazol, propiltiuracil, etc). Quando existem manifestações psicóticas é necessária a prescrição de antipsicóticos e neurolépticos, mesmo durante o tratamento endocrinológico.
Sinais Físicos
Os sinais físicos se devem aos efeitos tóxicos dos hormônios tireoideanos (tireotoxicose). Na Doença de Basedow, pode haver exoftalmia (os olhos ficam saltados, por aumento do tecido adiposo atrás das órbitas) e uma dermatite infiltrativa (edema duro).
Todo quadro clínico do hipertireoidismo pode aparecer rapidamente ou insidiosamente, pode estar associado à presença de bócio, taquicardia, palpitações, pele mais quente, sudorese excessiva, emagrecimento junto com aumento do apetite.
Podem estar presentes alguns sinais oculares próprios na Doença de Basedow, como olhar frio, piscar demorado, retração palpebral, conjuntivas injetadas e lacrimejamento.
Características biológicas do Hipertireoidismo
Em caso de hipertireoidismo franco, as determinações de hormônios mostram valores altos de T4 e T3 (totais e livres), e valores baixos ou nem detectáveis de TSH. O teste de estimulação de TSH com TRH é negativo. Nos casos de hipertireoidismos subclínicos, a Hipófise "percebe" as pequenas variações de T4 e T3 livres, e diminui sua produção de TSH, muito antes que o T4 e T3 sejam francamente anormais.

Fisiologia da Tireóide na Regulação da secreção de seus hormônios
A regulação da secreção hormonal se faz por feedback negativo, ou seja, quando a concentração dos próprios hormônios produzidos pela tireóide, T3 e T4, é suficiente para estimular uma parte da hipófise (adenohipófise) no hipotálamo, a hipófise deixa de secretar o TRH necessário para que a tireóide continue produzindo T3 e T4.
Funciona como um aparelho de ar condicionado; quando o ambiente esfria, o frio produzido pelo aparelho é percebido e desliga o próprio aparelho.
Outro mecanismo que estimula a secreção do hormônio é a secreção de TRH pelo hipotálamo, que estimula a Hipófise a secretar o TSH e, conseqüentemente, estimula a tireóide a secretar T3 e T4.
Ações dos hormônios da tireóide
As principais funções desses hormônios são:
• aumento da força de contração do coração e da freqüência cardíaca
• aumento do consumo de oxigênio, portanto, aumento da taxa metabólica
• redução dos níveis de colesterol por aumento de sua excreção
• aumento da absorção de glicose pelos tecidos, potencializando da ação da insulina
• aumento do metabolismo proteico nos músculos e nos ossos
• estímulo da queima de gorduras (lipólise)



EIXO HIPOTÁLAMO-HIPÓFISE-TIREOIDEANO E PSIQUIATRIA
Em pessoas normais a secreção de TSH aumenta durante a noite, quando os níveis de T3 e T4 diminuem. Em pacientes deprimidos esse ritmo circadiano da TSH pode estar perturbado, chegando a haver ausência do pico noturno de secreção de TSH (Duval,1990). Estas alterações tendem a normalizar-se com a cura do Episódio Depressivo (Souetre,1988).
É antigo o interesse da psiquiatria em relação aos níveis de hormônios tireoideanos e a depressão. Joffe (2000) pesquisou a relação entre o curso vital da doença depressiva e os níveis basais dos hormônios triiodotirodina (T3), tiroxina (T4) e tireotrofina (TSH) em 75 pacientes com Transtorno Depressivo Unipolar e concluiu que o tempo de recorrência da depressão grave (ou Maior pelo DSM.IV) se relaciona de forma inversa aos níveis de T3, mas não com os níveis do T4.
Muitas pesquisas foram realizadas com o teste de estimulação com TSH em pacientes psiquiátricos. O fato de ter-se constatado que 25 a 30% das pessoas deprimidas, e sem alteração prévia de tireóide, apresentavam uma diminuição na resposta de TSH mediante a administração de TRH, animou muitos pesquisadores quanto à uma pretensa maneira laboratorial de se detectar a depressão (Loosen, 1982; Baumgartner, 1995; Holsboer, 1995).
Entretanto, esta anomalia não se mostrou específica da Depressão Maior (ou Grave, pelo CID.10). Ela aparece também nos pacientes maníacos, esquizofrênicos, esquizoafetivos, em alcoolistas e nos pacientes que sofrem ataques de pânico.
Outros estudos procuraram definir, então, o perfil clínico dos pacientes cujas respostas do teste de estimulação pelo TSH estavam diminuídos. O que se pode constatar é que estes pacientes, se têm algo em comum, era uma maior freqüência de agitação, de características psicóticas, de risco de suicídio, de ataques de pânico ou de depressão crônica (Joffe & Levitt, 1993).
Apesar do teste de estimulação para o TSH alterado não acontecer nos Transtornos de Personalidade com sintomatologia afetiva, ele não é específico para depressões como gostariam muitos pesquisadores. Além disso, há inúmeras possibilidades de resultados falsos positivos e falsos negativos, o que acaba por tornar problemática sua utilização na prática clínica.
Como, exatamente, se desenvolve um quadro depressivo no Hipotireoidismo ainda não está bem esclarecido. Em ratos, o Hipotireoidismo associado à extirpação cirúrgica da tireóide (tireoidectomia) afeta o sistema noradrenérgico, sendo aventada possível ligação entre esta ocorrência e alteração em funções neuropsíquicas.
Outra possibilidade é a de que o hipotireoidismo se associa com uma redução na atividade da serotonina. Com a reposição de medicamentosa de Tiroxina a 7 pacientes hipotireóideos, Cleare e cols. observaram melhora dos sintomas depressivos e melhora da atividade serotonérgica, em todos eles. Esses achados sugerem que a neurotransmissão serotonérgica é afetada pelo hipotireoidismo e revertida com reposição de T4.
Miriam Oliveira destaca achados de alto número de pacientes hipotireóideos com sintomas sugestivos de transtornos depressivos, sugerindo que muitos desses pacientes poderiam ser beneficiados com avaliação e atendimento psiquiátrico adequados concomitante ao tratamento endócrino (Miriam C. Oliveira et al, 2001).
O quadro psicológico classicamente associado ao hipotireoidismo é um quadro de ansiedade severa e agitação, manifestado por alucinações, comportamento paranóide e até demência, quadro este conhecido por "loucura mixedematosa". Esse tipo de demência associada ao hipotireoidismo é, felizmente, reversível com a reposição hormonal (Clarnette, 1994).
A par do que se sabe, concretamente, das alterações da tireóide na depressão (e vice-versa), também nos casos de Estresse o funcionamento da glândula está alterado. Há uma diminuição da produção de TSH pela hipófise e uma inibição da conversão de T4 em T3. Trata-se de um mecanismo fisiológico de defesa e proteção no Estresse, provocado pelos corticóides, com objetivo de conservar a energia durante a reação de alarme.
Pacientes com Anorexia Nervosa apresentam também uma alteração característica que pode, à primeira vista, parecer contraditória. Alguns sintomas da Anorexia são sugestivos tanto de hipotireoidismo (bradicardia, diminuição do reflexo aquileo, aumento do colesterol), como de hipertireoidismo (hiperatividade, aumento do metabolismo basal).

Uso de Hormônios como Tratamento Psiquiátrico Coadjuvante
Assim como é conhecida a associação entre hipotireoidismo e depressão, também o uso dos hormônios tireoideanos como coadjuvantes dos antidepressivos tem sido uma prática comum em pacientes portadores de depressão resistente ao tratamento habitual.
Como se sabe, os hormônios tireoideanos podem estimular a atividade dos sistemas noradrenérgico e serotoninérgico, ambos intimamente relacionados à depressão, notadamente à depressão do tipo apático. O T3, para esse propósito, seria mais eficaz que o T4 nas depressões unipolares, diminuindo bastante o tempo de resposta aos antidepressivos. Alguns poucos trabalhos sugerem o uso do T4, profilaticamente para as crises de oscilação do humor em pacientes bipolares (Bauer, 2001).

10 Comments:

Anonymous Anônimo said...

Agora entendo porque tenho crises nervosas, não tenho paciência com as pessoas... Estou totalmente sem controle. Minha tireoide deve estar parada....
E as pessoas dizem que depressão é falta do que fazer...
Em quanto tempo demora para a medicação normalizar o nível hormonal?
Cláudia

17/9/07 22:54  
Anonymous Anônimo said...

Foi um dos textos mais completos e exclarecedores que eu já li sobre tireóide assim, de bobeira pela internet.

Passei a entender melhor todas essas minhas mudanças de humor assim como a já eminente predisposição a ganhar peso.

22/2/08 00:05  
Anonymous Tania Blois said...

Tive a retirada total da minha tireóide que estaca com 5 nódulos benignos, ha seis anos faço a reposição com syntroid , inicialmente 150 mg , agóra estou com 112 mg . Ainda assim meu TSH está altíssimo (10,95 ). Tomo antidepressivo ( bupropiona 150 mg), sou tipo bipolar, estou com 57 anos. Mas minha médica não conseque acertar a medicação para que normalize. Estou passando um longo período de muito estresse. O que mais posso fazer, por favor
Att. Tania

21/5/08 16:53  
Anonymous Adriana said...

A alguns meses tenho lutado contra a depressão, e não fazia ídeia de que a causa era o hipoteriodismo que trato já fazem dois anos após tratamento de iódoterápia por causa do hipertireoidismo.
Pra falar a verdade não sei o que é pior o ecesso de hormónio ou a falta dele.

14/10/08 14:13  
Blogger Darci said...

Tenho 59 anos e uso puran t4 há muitos anos,pois tenho tiroidite de hashimoto quero parar de fumar e passaram para mim Wellbutrin(bupropiona 150mg)quero saber se posso usar essa medicação?

1/9/09 17:44  
Anonymous Anônimo said...

Oi me chamo Ana Paula tenho hipoteriodismo desde os 16 anos fiz 5 anos de tratamento e a 3 meses o médico disse para eu parar com os remédios por que ela estava controlada e não havia necessidade de continuar, desde então minha menstruação não desce, mudo de humor com facilidade, tenho crises de choro a toa, vou ao banheiro com muita dificuldade fico até 15 dias pode ser minha tireoide que está desrregulada, já pensei até em de repende está grávida mais os testes deram negativos.

19/11/09 00:37  
Anonymous Anônimo said...

Fiz cirurgia de retirada total da tireoide em decorrencia de um cancer.A cirurgia foi realizada em 09/07/2010.Estou tomando levotiroxina sodica e me sinto pessima a cada dia que passa. Meus medicos falam que isso vai passar logo,mas eu estou cada vez mais gorda e so quero dormir.Minha vida acabou, nao faco mais nada.Eu gostaria de uma solucao mais imediata.Estou pensando em tomar sibrutamina, mas tenho medo.

30/7/10 18:55  
Blogger LUIZ GUIMARAES DE SOUZA said...

Ola, meu nome é Luiz Guimaraes.
Fiz a tiroidectomia total em agosto de 2006. Pensei que minha vida ia voltar a ser normal, tomo diariamente euthirox 150. de la pra ca sentia muito formigamento nos braços, cansaço fraquesa e perda de momória e uma forte depressão. Fui entao pesquisar e descobri que a origem de meus males é o Hipotiroidismo, quando eu operei foi tirados 20 nódulos, quase morri.
Mas quero parabenizar o autor do poster, pois foi o melhor que achei. Vc deveria encaminhá-lo para a sociedade brasileira de endocrinologia, pois o que eles tem lá é muito fraquinho, para um assunto tão sério! ACHEI TÃO INTERESSANTE QUE COLOQUEI NO MEU BLOG

25/3/13 00:51  
Anonymous Anônimo said...

STAND UP STRAIGHT Slouching, letting your shoulders fall forward, locking your
knees, and drooping your head all place unnecessary tension on your
back. It may possibly be resulting from one or a combination of various factors for instance a
strain in the ligaments or muscle tissues, injuries to your nerves,
or disc herniation.

Here is my web-site ... benefits of inversion Table

12/6/13 19:10  
Anonymous Anônimo said...

Achei interessante e esclarecedor seu blog, tenho Hipotiroidismo subclinico e faço tratamento desde do diagnótico.A medicação tem me feito muito bem.Boa sorte e que vc continue postando novos depoimentos
Adriana Camargo

19/6/13 17:56  

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